Tiago Sarmento

 

Tiago Sarmento vem se destacando no cenário juizforano com pioneiro no gênero folk. Alinhando a simplicidade e minimalismo instrumental com a força de letras que marcaram gerações, o som busca no rock rural de Sá, Rodrix & Guarabyra e no folk de Bob Dylan suas principais influências. As décadas de 60 e 70 compõem a maior parte do repertório, que contempla de Black Sabbath a Almir Sater, nunca deixando de lado a pegada característica do gênero: o violão, a gaita e a meia-lua.

Sarmento já conta com 2 discos autorais lançados e, em 2016, entra novamente em estúdio para registrar um disco totalmente voltado para o folk. A obra terá produção assinada por Nando Costa e contará com 15 músicas, composições que resultaram deste período no qual o músico mergulhou de cabeça no gênero. Dentre as músicas presentes no disco, uma delas é “Obrigado”, em uma parceria com W. Del Guiducci. A música será o primeiro single, e seu clipe será lançado nas próximas semanas.

“Obrigado” caminha entre a intimidade “pé do ouvido” e a mobilidade “pé na estrada” do violão e voz, abordagem musical deverá permear todo o novo disco – “pero sin perder la gaita jamás”, com a boa e velha dramaticidade do instrumento (e do portunhol canastrão e oportunista). “O clipe ficou em P&B, com uma luz de foco só, pra reforçar o tom da música. Optamos por tentar captar algumas ações que eu faria naturalmente ao começar a tocar em qualquer lugar: abrir o case, pegar violão, colocar chapéu, testar gaita…”, diz Tiago, reforçando a expressividade que o cotidiano e a simplicidade podem ter, elementos explorados na canção e no clipe.

 O novo álbum de Tiago, que terá 15 composições próprias ao todo, ainda não tem data de lançamento, e mostra o amadurecimento do músico como artista solo depois de passagens por bandas como Martiataka e Ferrovelho.

Nos shows que faz por aí, Sarmento mistura suas composições próprias – como “Quando as Cores Acabarem” e “Questão de Tato” – com novas leituras de artistas já consagrados. As reinterpretações de artistas como Nirvana, Titãs e Belchior, por exemplo, são a cereja do bolo para todo fã de rock. O diferencial fica por conta do intimismo que o folk proporciona: ao invés de simplesmente tocar as músicas em suas versões acústicas como em um “luau”, Sarmento se distancia desta mentalidade e emprega a originalidade e espontaneidade que somente o folk propicia. E como sabemos, rock também não falta… daí o repertório conta ainda com os folks dos Beatles, Led Zeppelin, Pink Floyd, e, contemplando o gênero no mundo inteiro, Men at Work, Bob Marley e – por que não? – a nossa saudosa moda de viola.

 
 
 

Assista o clipe de “Obrigado”

 

 
 
 

Ouça

 
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