Entrevista – Chapeleiro Maluco

 
 
 

Lançando o seu primeiro single de trabalho, Versão de Mim, a banda juizforana Chapeleiro Maluco quer fincar seus pés de vez na indústria da música através de um novo pop-rock que tem se tornado a tendência  no mercado internacional. Nesta conversa com o Show Música com o vocalista e contrabaixista Felipe Vargas, a história, carreira e o que esperam País das Maravilhas do mercado autoral brasileiro e regional.

 
 
 

Show Música: Conte-nos um pouco a história da banda e qual o viés musical da mesma, bem como suas influências.

 

O projeto da Chapeleiro Maluco nasceu em 2013, veio da música de bar tocada de forma um pouco mais inusitada. Gosto de imprimir um estilo mais psicodélico às versões que faço, misturando a cultura pop e o rock’n roll clássico em arranjos e experiências visuais que trago para os shows, às vezes com dançarinos e performances de palco. A atual formação da banda dá vida a essas versões. Eu e o Gabriel (Gabriel Azevedo – guitarrista da banda), antes da Chapeleiro, tocamos juntos numa banda de Creedence Clearwater Cover, nossos estilos e ideias casaram bem e ele entrou comigo de cara no projeto. O Ângelo (Ângelo Goulart) é um grande baterista, muito conhecido na cena de Juiz de Fora, já admirava o trabalho dele há tempo, e eu queria muito ele na banda. Fiz o convite e, felizmente, ele aceitou e entrou nessa maluquice com a gente. Nossas bases estão na música pop e nossas principais influências são Coldplay, The Strokes, Michael Jackson, Queen e Beatles.

 
 

O Chapeleiro Maluco tem se notabilizado por fazer shows de tributos (Oasis, Coldplay). O quanto estes tributos podem ser benéficos ou atrapalhar o trabalho autoral que a banda pretende realizar agora?

 

A entrada do “tributo ao Coldplay” em nosso repertório de shows nos abriu muitas portas, assim como o “Especial Michael Jackson” e o “Tributo a Oasis”. São artistas que já faziam parte do nosso repertório e dedicar uma atenção especial a eles foi musicalmente enriquecedor. Esses tributos geraram influências marcantes em nossas composições, que contemplam o que é moderno e atual, com toda a magia da cultura Pop.

 
 

Galeria de Fotos

 


 
 

A música Versão de Mim segue uma tendência internacional da música com uma pegada “rock-indie-dançante-pop”, tendo vários expoentes deste atual cenário. Como tem sido a receptividade do lançamento da música? Acham que este segmento terá um grande alcance em uma produção autoral nacional e pode acabar se tornando um mote do mercado brasileiro?

 

Esperamos que sim! Fizemos nosso trabalho com a nossa cara e sob nossa proposta! Lançamos a música ainda em uma versão experimental e ela tem sido muito bem recebida pelo nosso público. Acredito que essa tendência do mercado, o “indie dançante” como você propõe, tem tudo a ver com a mensagem que queremos transmitir e ainda nos traz a possibilidade de exportar nossas ideias e a nossa cultura.  A música está em português com o refrão em inglês e, da mesma forma, fizemos uma versão em inglês com refrão em português, no intuito de atingir o público internacional e levar nosso trabalho a outros lugares.

 
 

Como será o futuro do Chapeleiro no País das Maravilhas do mercado autoral nacional? 

 

No momento, estamos trabalhando num projeto chamado “Teoria do Caos”, composto por três músicas. O projeto inclui a ‘Versão de mim’, a próxima que será lançada se chama ‘Seja Feliz’ e a terceira música ainda não foi definida, está em processo de composição. Além disso,  estamos definindo e estudando as possibilidades para a gravação de um clipe da ‘Versão de mim’. E, como tudo fica melhor com festa, faremos o lançamento oficial da música, que marca nossa entrada no cenário autoral, na Festa do Chapeleiro, neste sábado, lá no Cultural Bar.

 
 

Ouça Versão de Mim

 
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Um pouco mais sobre o evento de lançamento

 
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