O mundo no Planeta Brasil, por Sabrina Medeiros

 
 
 
Voltando à boa prática de termos convidados especiais no Show Música para contribuir conosco e trazer uma visão diferenciada do mundo musical para nossos leitores, nesta semana, Sabrina Medeiros. Modelo, produtora de eventos e administradora de empresas. É amante de viagens, de boa música, principalmente o rock and roll e, além de tudo, se diz totalmente a favor do bom humor entre as pessoas.
 
Neste artigo, ela nos traz A sua visão sobre o que aconteceu no festival Planeta Brasil, em Belo Horizonte.
 
 

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O mundo do Planeta Brasil

 
 

O festival Planeta Brasil aconteceu em Belo Horizonte no último dia 28 de janeiro e reuniu pessoas descoladas, que estavam em busca de ouvir uma música de qualidade. Com duração de 12 horas,  trouxe artistas como Donavon Frankenreiter, Jason Mars, Slightly Stoopid, Natiruts, Raimundos, Skank, 3030, Planet Hemp, Illusionize, entre outros. Foram quatro palcos com músicas e djs nos intervalos. Pelo que ouvi, esse festival começou bem pequeno e aos poucos foi ganhando espaço não só da galera de BH, como de cidades vizinhas. O festival foi muito bem organizado, mesmo com os poucos arrastões na pista dos quais fui informada. Porém não notei durante o evento.
Os shows que eu mais estava ansiosa para ver eram Donavon Frankenreiter e Jason Mars. Já outros me faziam lembrar a época de adolescência (Raimundos e Planet Hemp). Apesar de ocorrerem vários eventos ao mesmo tempo, consegui participar pelo menos um pouco de todo os que desejava. Infelizmente a sonorização do show dos Raimundos (e os demais do palco sul) não estava 100%. Além disso esta apresentação estava bem esvaziada porque o Jason Mars (que estava com uma apresentação calma demais) se apresentou praticamente na mesma hora. Penso que isso desvalorizou um pouco a banda nacional em detrimento do artista estrangeiro. As apresentações ao mesmo tempo continuaram com Skank ao mesmo tempo de Planet Hemp. Penso que o festival poderia ser dividido em dois dias para evitar esse choque de sempre ter um artista em um palco melhor e maior (palco norte) tocando ao mesmo tempo de um outro artista com estrutura pior (palco sul).

 
 

Galeria de fotos

 

 
 
Durante o evento, as comidas que estavam sendo servidas no camarote tiveram uma demora muito grande, em torno de 40 minutos a uma hora e meia pra comer a aguardadapPizza e os crepes doces e salgados (que estavam uma delícia)! A cerveja estava bem gelada e fui super bem atendida. Já para quem quis diversificar ou para quem estava na pista, havia diversas opções de carros de food truck que estavam com preços acessíveis numa média de R$15,00 a R$25,00 e variou entre comida japonesa, limonada, hot dog, tapioca, entre outros.
A energia é inexplicável pra quem gosta de ouvir uma boa música e sentir a energia de milhares de pessoas que estavão ali com o mesmo intuito, ouvir o bom e velho rock and roll!

 

Esse festival vai ficar pra história de muita gente!
 
 
 
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O texto acima foi reproduzido a partir do original enviado e expressa uma opinião do convidado da semana. Desta forma pode não expressar, necessariamente, a opinião do Show Música.
 
 
 
 
 

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